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Sócrates, ou a vã glória de mandar

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Inadvertidamente, o meu ouvido tropeçou numa «entrevista» de 6 perguntas a José Sócrates, ex-Primeiro Ministro de Portugal que, como todos sabem, se encontra detido preventivamente. Sobre direito penal, sou particularmente sensível às teses que se conjecturam quanto ao ordenamento jurídico que o compõe.

Sócrates na prisão

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

«O sistema vive da cobardia dos políticos, da cumplicidade de alguns jornalistas, do cinismo dos professores de Direito e do desprezo que as pessoas decentes têm por tudo isto" (...)"Prende-se principalmente para despersonalizar. Não, já não és um cidadão face às instituições, és um "recluso" que enfrenta as "autoridades": a tua palavra já não vale o mesmo que a nossa. Mais do que tudo - prende-se para calar"»

A incondicional condição de António Costa

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Há menos de cinco anos, António Costa dava esta entrevista. Em apenas dois minutos e com a banda sonora do Exorcista no fundo, o actual "candidato a primeiro-ministro" é peremptório:

António Costa: Eu estou impossibilitado (de ser primeiro-ministro) porque tenho um compromisso fundamental com a minha cidade. Foi isso que disse que faria, é isso que vou fazer e é assim que tudo deve continuar.

Jornalista: Nada o tirará da Câmara?

António Costa: Só se tiver um problema de saúde gravíssimo, mas espero que não tenha, sinto-me bastante bem.

Jornalista: Mas por motivos políticos não sairá da Câmara?

António Costa: Não, isso está absolutamente fora de questão. (...) O Eng.º José Sócrates tem todas as condições, quer internas no PS, quer de legitimidade democrática, para continuar a exercer as funções que exercer, que exerce aliás com o meu incondicional apoio.