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Não ceda um Metro

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Na próxima 6a feira haverá nova greve dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa. Nova batalha numa luta que dura há anos e, contrariamente ao que por vezes se proclama, tem tido sucesso, pois não fosse esta luta, o processo de subconcessão do Metro há muito teria avançado.
Uma luta árdua destes trabalhadores em defesa das suas condições de trabalho e pelo cumprimento do Acordo de Empresa, em defesa de um transporte público de qualidade e dos interesses dos seus utentes. Sim, em defesa dos seus utentes!

A privatização da TAP dá-me vómitos

terça-feira, 16 de junho de 2015


Dezenas de passageiros protestam contra privatização da TAP em voo da companhia entre Bruxelas e o Porto. Nos sacos de enjoo, escreveram "A privatização da TAP dá-me vómitos".

Em terra ou no ar, defende o que é nosso. Corre com este governo!

'TAP'ar o sol com cinismo

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

É de um cinismo atroz e insultuoso. O ministro Pires de Lima acaba de anunciar a requisição civil invocando o facto de a TAP prestar “serviços essenciais de interesse público” e fundamentais para o “funcionamento de sectores vitais da economia nacional.” Ao mesmo tempo que, no âmbito desta requisição civil, o governo se apresta a reconhecer a importância da TAP para o nosso país, prepara-se igualmente e com afinco para vendê-la o mais depressa possível ao grande capital estrangeiro.

Outra tirada cínica do governo é contestar a greve por considerá-la “ideológica”. Em primeiro lugar, muito cuidado com esta “gente”. Cuidado com “gente” que já não se mede nem mede as palavras, dando-se ao atrevimento de impor inibições ou proibições por razões “ideológicas”. Além disso, invoca-se uma posição ideológica como se a decisão da privatização e da entrega da TAP a privados não fosse ela outra coisa que não uma clara opção ideológica do governo. Como se aquilo que interessa aos privados não pudesse interessar também ao estado português. Como se os privados se arriscassem a querer algo potenciador de prejuízos, sem vislumbrar no embrulho a carne tenra da aviação nacional. Como se os despedimentos no privado também já não estivessem perfeitamente estabelecidos “debaixo da mesa”.