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Se eu fosse a Joana Vasconcelos levava uma vergonha infinita

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Se eu fosse a Joana Vasconcelos e fugisse da morte, não levava "todas as minhas jóias portuguesas" nem "os meus óclos de sol". Não, se eu fosse a Joana Vasconcelos procurava antes ajudar esta gente a fazer as malas. Porque eles obviamente não sabem.

Poema Constituinte

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Assinalando o 40º aniversário da Constituição da República Portuguesa, hoje publicamos a leitura de um poema escrito por E. M. de Melo e Castro, em 1979, por ocasião do 3.º aniversário da Constituição da República Portuguesa.

A Constituição defende-se e estabelece-se todos os dias.