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Um trafulha será sempre um trafulha!

quinta-feira, 10 de novembro de 2016


A comunicação social lança o seu candidato presidencial para daqui a uma década.
não te deixes enganar.

Paulo Portas deixa a liderança do CDS-PP...

terça-feira, 29 de dezembro de 2015


...para sempre?
...e funda um blogue com aspirações a jornal?
...e, de submarino, dedica-se à observação de corais e tubarões?
...e refunda a Universidade Moderna?
...e vai plantar sobreiros?
...e parte com Cavaco Silva para uma quinta isolada em Boliqueime?
...e é desta que vai voltar a detestar os políticos e o poder?
...e os documentos que não dão jeito já estão todos destruídos?
...irrevogavelmente?

O facto é que 2016 promete! Portas e Cavaco pelo ralo abaixo. No Caldas rasgam-se camisas de seda e destroem-se penteados enlacados. Em Belém esperam novo inquilino(a). Que em 2021 Paulo Portas se mantenha longe do Palácio.

Quem matou David Duarte?

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A morte do David Duarte não tem outro nome. É um assassinato. E quando assim é, a culpa não é só de quem dispara. É também de quem aponta e de quem dá a ordem. É de quem o encaminhou para um hospital sem recursos humanos, é de quem deu a ordem de limitar o financiamento à assistência hospitalar e é de quem a executou. É, principalmente, do anterior ministro da Saúde que, antes, havia sido administrador de uma seguradora e que seguiu os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros na gestão do Serviço Nacional de Saúde. É de Passos Coelho e de Paulo Portas que nos chamaram piegas e exigiram que aguentássemos a tragédia sem protestar.

Este é o retrato de um país esmagado pelas políticas impostas por PS, PSD e CDS-PP a mando do FMI, da UE e do BCE. Se a raiva que nos corre nas veias é a mesma de quando vemos os corredores hospitalares cheios de macas como se tivesse havido um terramoto, se é a mesmo de quando vemos os nossos idosos pedir esmolas pelas ruas, se é a mesma de quando as entradas das lojas se enchem de sem-abrigo ou de quando os aeroportos são a porta de saída dos nossos familiares, se é a mesma de quando temos, uma e outra vez, de deixar de alimentar decentemente os nossos filhos para pagar a dívida dos bancos, se é assim, então, não temos de nos espantar quando outros povos arrastam violentamente do poder os carrascos que os conduzem ao abismo. É urgente romper com o capitalismo.