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As costas da democracia

segunda-feira, 17 de julho de 2017


Os últimos dias foram bastante profícuos em casos de imbecilidade extrema. Médicos que acham a homossexualidade uma doença, psicólogos que acham que a erva deixas as pessoas homossexuais e uma advogado que é só o espelho dos partidos que representa, PSD e CDS, despejando ódio e preconceito sobre ciganos e negros. O direito de gente como esta encher páginas nos media dominantes não pode ser encarado como uma coisa normal, apenas sujeita a critérios editoriais. A democracia burguesa abre caminho a estas posturas, ao palco para medíocres, ao afunilar opiniões, procurando uma aceitação fácil que possa render alguma exposição a um título chamativo nas redes sociais.

Tira a nossa bandeira da tua lapela

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Em 1387, já no rescaldo revolução portuguesa de que nos escreve António Santos no post anterior, uma boa parte da nobreza nacional ainda mantinha lealdade a Castela a pretexto dos interesses de Portugal. A lealdade a Beatriz de Portugal não era a lealdade a Portugal, apesar do nome. Passos Coelho é um dos filhos dessa nobreza traidora, que usando Portugal na lapela, não sendo leal a Castela, não é leal à nossa bandeira.

Mais uma «liana» de PSD e CDS

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Primeiro foi a mais que provável, adivinhável, programada queda do governo: não resultou. Depois foi a tentativa de granjear simpatias com a polémica dos colégios privados: também não lhes trouxe simpatias nenhumas, pelo contrário. A seguir vieram as sanções e as ameaças “da Europa” contra “o país”, contra o governo, numa “previsível catástrofe” que só se resolveria se Maria Luís Albuquerque “ainda lá estivesse”: também foi o que se viu. Ora, a que espécie de “liana” se hão de agora agarrar CDS e PSD, que navegam à vista, sem rumo definido, notoriamente incapazes de fazer oposição política com o mínimo de seriedade e bom senso? Quase que se podem ouvir as ordens a ecoar pelas paredes da São Caetano à Lapa: «Para atacar o governo, o PCP ou o BE qualquer coisa, pá! Qualquer coisa serve!»