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De que lado estás? As lições do Occupy Wall St.*

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O meu pai era mineiro
Hoje é sol e ar
E há-de estar com os trabalhadores
Até a luta terminar

De que lado estás?
De que lado estás?
De que lado estás?
De que lado estás?

Dizem que no Condado de Harlan
Por lá não há neutrais
Ou és do sindicato
Ou um capanga do J.H. Blair

De que lado estás?
De que lado estás?
De que lado estás?
De que lado estás?



É assim a canção que os mineiros estado-unidenses cantavam nos anos 30, quando enfrentavam, ombro a ombro, a avidez dos patrões. Nos anos da Grande Depressão, o deus-banqueiro defenestrava uns capitalistas do alto dos arranha-céus e multiplicava a opulência de outros, enquanto o desemprego e a miséria deserdavam toda a classe trabalhadora. Hoje, os EUA voltam a conhecer níveis análogos de desigualdade, os mais altos em 80 anos, mas agora são os trabalhadores que se atiram das janelas.

5 razões para ser leninista em 2014

sexta-feira, 7 de março de 2014

Desde a morte de Engels que o leninismo é a mais radical, coerente e incendiária adenda à doutrina marxista. O contributo de Lenine não foi edificativo para que o operariado assimilasse e aplicasse a obra de Marx, foi também o inspirador da primeira revolução desde a Comuna de 1871 a acabar com o capitalismo e a instaurar o socialismo. Nos nossos dias amargos de miséria, quando os tambores da guerra voltam a ribombar em todos os continentes, cabe aos marxistas e a todos os revolucionários prestar especial atenção aos fundamentos do leninismo. Afinal ele é, comprovadamente, o mais eficaz dos guias para destruir o capitalismo que diariamente destrói a humanidade.

Abaixo, ficam cinco conceitos com que os leninistas continuam a ser, em 2014, os revolucionários mais temidos e malqueridos pela grande burguesia de Kiev a Lisboa.