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São os bolseiros que voltam à rua!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Os anos passam e o edificado de glória à precariedade conta cada vez com mais empenas cegas à realidade em que os trabalhadores do Sistema Científico e Tecnológico Nacional se encontram.

De cativação em cativação os cofres enchem e os bolseiros aguentam, sem mais nenhuma razão que a política feita para o tratado orçamental e para a dívida o investimento em ciência é adiado para as calendas. É mais um concurso atrasado que suspende a vida de milhares de candidatos a uma bolsa de investigação para doutoramento e pós-doutoramento, lançando-os na inotropia de quem já está exclusivo para ser elegível e continua a esperar para saber com o que pode contar.

Pelo caminho começam já as costumeiras manobras de secretaria que se apressam a excluir administrativamente candidatos sem qualquer razão com relevância científica. Refugiando-se no escudo da burocracia a FCT actua de forma cobarde apostando na má fé de uma comunidade que vive praticamente desta fonte de financiamento e que sem para-quedas é votado a um ano em branco por razões que na grande maioria lhe são alheias.

Dos pactos de regime (capitalista) à liquidação do regime (democrático)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

A 25 de Novembro de 2013, nasceu o Manifesto74, forjado em Outubro, inspirado em Abril. Faz um ano.

A 25 de Novembro de 1975, tentaram enterrar Outubro e matar Abril. Ganharam a batalha, a luta continua. Enquanto um trabalhador for explorado em Portugal, o socialismo continuará a ser o horizonte desta pátria que, lutando contra os ventos que sopram do passado, tem os olhos postos no futuro.

A 25 de Novembro de 2014, o Governo liquidatário da República, aprova no Parlamento - com o alinhamento do seu braço parlamentar PSD/CDS - o orçamento do estado para o ano de 2015. Da troika ocupante que parece ter ido mas não foi, à troika doméstica que por cá continua, as opções e imposições contidas no documento, merecem total apoio, pesem as manobras do P"S" para se fingir de fora dos acordos de regime.

Que há quem os reclame, os pactos de regime, os mesmos que escondem os que, mais à luz ou na sombra, foram e vão sendo feitos.

B-a-bá dos juros de uma dívida «nossa»

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Disseram-nos que devíamos 220 mil milhões a alguém por andarmos a viver acima das nossas possibilidades. Não sabemos bem a quem devemos esse dinheiro, mas sabemos que nos vieram ajudar a pagar a dívida para podermos ter trabalho e salário. Bancos acorreram a salvar-nos, através do FMI, e emprestaram-nos 82 mil milhões de euros.

No entanto, a bondade, paga-se. Chama-se juro. E de juros, pelo dinheiro que nos emprestaram para nos ajudar temos que pagar 8,2 mil milhões. Por ano.