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Da Amnésia da JSD Lisboa

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Comecemos por fazer uma citação: “Quando um país enfrenta um nível elevado de desemprego, a medida mais sensata que se pode tomar [sobre a subida do Salário Mínimo Nacional] é exactamente a oposta” - Pedro Passos Coelho, 6 de Março de 2013. Sim, esse mesmo Pedro Passos Coelho. O líder do partido que está no canto inferior direito do cartaz que se queixa… dos baixos salários. O governante que, nos últimos anos, mais atacou os salários dos portugueses, mais agravou os impostos sobre os rendimentos do trabalho, mais desprezou a situação social dos jovens do país, que mais os insultou e apoucou convidando-os a emigrar ou a aproveitar as “oportunidades” do desemprego!

Achas que valia alguma coisa dar a vida pelo país?

segunda-feira, 6 de abril de 2015

«J. - Achas que valia alguma coisa dar a vida pelo país?
L. - Hipoteticamente?
J. - Não, não, agora.
L. - Queres imolar-te ou assim?
J. - Ou uma greve de fome.
L. - Não, isso é parvo. Faz mais sentido continuares a fazer o que fazes. Vejo mais hipótese de transformação.
J. - Mas eu não me reconheço nisto. Não consigo. Não me reconheço nestas histórias. Não se pode viver assim».

Os que lutam pelo passado e os que lutam pelo futuro

terça-feira, 1 de abril de 2014

A um dia da manifestação nacional do ensino superior e a poucos dias do 10º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa (JCP), a reitoria da Universidade de Lisboa mandou arrancar o cartaz que estava impresso numa enorme lona presa a uma estrutura na Cidade Universitária. Embora na prática não haja qualquer ligação, a vandalização reiterada de murais e cartazes, na última semana, por membros de organizações nazis demonstra que ideologicamente o objectivo é o mesmo: silenciar a JCP e promover o anti-comunismo.

De facto, a cada ano que passa, o odor bafiento que se despega das paredes das universidades e dos institutos politécnicos é cada vez maior. A autonomia, o espírito crítico, o debate e a participação foram substituídos por tudo o que é inimigo do conhecimento e da democracia. Em muitos casos, os órgãos de gestão foram assaltados pelos representantes educativos e políticos dos grandes grupos económicos e financeiros. Uma boa parte das associações de estudantes está nas mãos de gente que envergonha o papel destacado que as suas estruturas tiveram ao longo de décadas de luta contra o fascismo e, posteriormente, contra a destruição do ensino superior público, gratuito e de qualidade.