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Labrincha, desincha e passa

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Que o João Labrincha (quem? pois.) confunde bastante a realidade que existe com a realidade que ele gostava que existisse, já todos sabemos. Que gostaria de ser um grande líder dos intelectuais e dos burgueses, também sabemos. O que não sabemos de João Labrincha?

Quem é Joseph Hamann?

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O João Labrincha, do velho 5dias, publicou um excerto de uma entrevista a Karl Marx em que o revolucionário alemão diz isto. Aparentemente, nem o João nem o Karl gostam de sindicatos controlados por partidos. Por mim tudo bem. Até podia responder com outra citação, esta do Álvaro Cunhal, em que o revolucionário português afirma que:

"A natureza de classe, a autonomia e a democracia interna são os factores que melhor podem assegurar a unidade do movimento sindical unitário". e que "segundo alguns, o mal dos males do movimento sindical português é o que chamam "a partidarização dos sindicatos". (...) Para sermos claros (...) a acusação de "partidarização dos sindicatos e "hegemonização partidária" referes-e ao PCP e à grande influência dos comunistas no movimento sindical unitário português. (...) A Influência dos comunistas no movimento sindical não resulta de qualquer imposição ou ingerência partidária. Resulta, em termos históricos, do papel que os comunistas tiveram na organização e dinamização da luta dos trabalhadores e nas organizações e luta luta de carácter sindical nas duras condições de repressão fascista durante dezenas de anos. Resulta do papel (...) dos comunistas (...) na criação e actividade da CGTP-IN. Resulta (não de imposições externas e muito menos da vontade que alguém teria que intervenções de topo impedissem a expressão da vontade das bases) da confiança que os trabalhadores têm continuado a depositar nos seus companheiros comunistas (...)"

Podia também responder ao João Labrincha da minha própria pena e explicar-lhe o que acho sobre a citação de Marx. Mas não o vou fazer, porque Marx nunca disse nada disto e a entrevista é, tudo indica, inventada. O entrevistador, um tal Joseph Hamann, é uma figura mistério da bibliografia marxista: A sua entrevista a Marx, apenas citada em publicações duvidosas, é a única coisa que se sabe sobre a sua vida. De resto, não há quaisquer razões para acreditar que o Sr. Hamann tenha alguma vez existido ou que Marx alguma vez tenha dito tal coisa.