Mostrar mensagens com a etiqueta Hillary Clinton. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hillary Clinton. Mostrar todas as mensagens

A consequência Trump, a causa Hillary

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Está tudo em polvorosa. Trump ganhou as eleições. Nos mercados, sempre racionais, as bolsas começaram a cair mas acalmaram após a declaração do novo presidente dos EUA, que não falou em muros nem bombas nucleares nem em agarrar mulheres pela vagina. Os próximos tempos têm tudo para ser interessantes e há tanto para analisar que não há-de caber neste texto, nem em centenas de outros tantos que vão produzir-se. Nos EUA, a política deixou de ser política e passou a ser espectáculo, há muitos anos. Se é que algum dia a política foi política naqueles estados. Sendo espectáculo, ganhou um show man produzido e adorado pelos media por ser excêntrico. Um grunho, mas um grunho excêntrico, e é isso que vamos todos comendo no quotidiano. O discurso de que os políticos são todos iguais é o que mais vende nos nossos dias, principalmente por cá. Se é verdade que há muitos que o são, há outros tantos ou mais para quem isto é uma comparação injusta. Não é preciso ser "especialista" no que quer que seja para perceber no que dá. Mas todos os dia se dá tempo de antena a gente que não faz mais do que acusar os políticos, essa entidade estranha que ninguém sabe bem quem é, mas que é suficientemente abrangente para sacudir culpas e lançar acusações. Basta ver, por exemplo, a quantidade de personagens "independentes" com ambições políticas que têm vindo a ganhar espaço em todos os espaços, dos media às autarquias.

Nomeação de Hillary: uma vitória das mulheres?

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Hillary Clinton com dois membros do Pussy RiotOs resultados de ontem das eleições primárias do Partido Democrata deram uma folga mais confortável a Hillary Rodham Clinton como a candidata nomeada por este partido (na Convenção no fim de Julho) às eleições Presidenciais em Novembro. Bernie Sanders porém ainda não desistiu da corrida, até porque existem ainda existem ainda 712 superdelegados cujo voto não é mandatado pelas eleições primárias e caucuses. Mas Hillary (e boa parte da comunicação social concorda) assume-se como a presumível candidata, declarando já o marco histórico de ser a primeira mulher candidata à presidência dos EUA. Sendo claramente uma "primeira vez", cabe pensar se tal significa, como Hillary proclama, uma vitória das mulheres e para as suas lutas.