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Pornocracia

sexta-feira, 4 de março de 2016

"As perdas com a venda do Efisa podem aumentar mais 80 milhões de euros, se somarmos o prejuízo com que o banco foi vendido. O Estado pode sair a perder mais de 130 milhões de euros. O suficiente para construir dois hospitais."

A soberba europeia que grassa por entre as elites e contamina como uma doença infantil toda a "esquerda moderna" tolera com impressionante bonomia a corrupção institucionalizada que vive no genoma do capitalismo. Se um presidente africano tem um primo dono de uma empresa é uma ditadura, uma oligarquia, o terceiro-mundo em todo o seu esplendor.

Já se um gestor bancário - como por exemplo, este - trabalhava num banco onde o Presidente da República e a sua filha Patrícia lucraram 360 milhões, e que terminou nacionalizado porque a pandilha de banqueiros - que por acaso eram amigos e colegas de trabalho e de governo do actual Presidente da República - o roubou até deixar uma conta de mais de 6 mil milhões de euros para os portugueses pagarem, vai depois trabalhar para o Estado numa empresa para gerir o banco falido, agora nacionalizado, e usa o seu mandato como gestor ao serviço do Estado para vender o banco, com um prejuízo de 130 milhões de euros para as contas públicas, a um outro banco para o qual pode ir trabalhar de seguida, então não há ditadura nenhuma.

Chafurdar na lama para enlamear os outros.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Na sua opinião, porque é que os partidos não se reformam?

Porque foram tomados por grupos de poder. Os partidos tornaram-se aparelhos organizados de poder e quem está organiza as suas procissões.(...)"

José Ribeiro e Castro, em entrevista ao jornal i.

Ribeiro e Castro sabe que está no lodo, que está num dos partidos do arco da desgraça e da corrupção e sabe que nós sabemos. A sua melhor opção não é dignificar o seu partido, porque essa é uma batalha perdida, é salpicar os que estão à sua volta com a porcaria que CDS, com o PS e o PSD, fazem.

Bem me quer, bem me quer

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Num momento em que decorre um processo para o maior despedimento colectivo da história da Administração Pública - 697 trabalhadores do Instituto de Segurança Social - decorre um «concurso» para a sua direcção.