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Houve quem tivesse votado contra o relatório. Alguém deu por isso?

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Um senhor que desconheço, de nome João Vieira Pereira, escreve no expresso diário um texto em que direcciona à Comissão de Inquérito do BES/GES um rol de queixas de ataques, usando, como é tão habitual no rebanho de comentadores que nos (en)forma, da táctica "meter tudo no mesmo saco".

Não podendo, por não terem sido dadas as bases, continuar o bluff em torno do BE, decidiu João Vieira Pereira atacar todos por igual.

Escreve JVP: "O papel de treinador de bancada é sempre o mais confortável. E esse papel foi assumido na perfeição pelos deputados que se sentaram na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)."

Ocultou, por certo voluntariamente - não posso crer que uma pessoa que seja suficientemente informada sobre a Comissão de Inquérito para se dar ao luxo de sobre os seus resultados tecer considerações não saiba do resultado das votações - o facto de o PCP ter votado contra o relatório.

BES - Na hora da verdade, separou-se o trigo do joio e o resultado é este!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

O PCP votou contra o Relatório apresentado pelo Deputado Relator à Comissão de Inquérito. PSD, PS e CDS votaram a favor, BE absteve-se. Para quem quiser conhecer, aqui fica a declaração de voto do PCP.

PSD e CDS determinam "ring-fencing" ao Presidente da República

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Antes mesmo de a Comissão de Inquérito realizar qualquer contacto com a Presidência da República, Cavaco Silva já anunciava que não divulgaria conteúdos sobre as conversas que teve com o então Presidente do BES, Ricardo Salgado. Que não tinha nada a acrescentar, que o conteúdo das audiências é privado, que tem de preservar o espaço de privacidade e a confiança de quem recorre àquelas audiências.

Porque propôs o PCP que se solicitassem respostas por escrito ao Presidente?
Na verdade, eram já conhecidos os contactos que Ricardo Salgado levou a cabo com o Governo e com o Presidente da República. Contudo, ao longo do tempo, sucessivas declarações desses titulares de cargos públicos justificam o colapso do BES com o facto de não terem sido alertados para os riscos sistémicos que os problemas na componente não financeira do Grupo representavam. Diz a Ministra das Finanças e diz o PR que o BES e o GES estavam devidamente isolados e que o contágio entre GES e BES não se daria. Dizem-no com uma convicção tremenda. O PR chega mesmo a dizer que "o Banco de Portugal tem sido perentório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo, dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa."