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Recuperar as 35 horas, uma luta de todos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A imposição das 40 horas semanais de trabalho aos trabalhadores das administrações central e local foi uma das mais violentas agressões do governo liderado por Passos Coelho e Paulo Portas. Esta decisão, sob a orientação do FMI e da União Europeia e correspondendo aos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros, representou um dos mais graves retrocessos para os direitos de quem trabalha na função pública. Na prática, quem trabalha para o Estado, passou a exercer a sua profissão de forma gratuita durante cinco horas por semana, o que corresponde a 20 horas por mês. Ou seja, mais de um mês de trabalho que em cada ano o Estado deixou de pagar.

Esta decisão foi tanto mais grave quando a batalha pela redução horária das jornadas laborais é, desde sempre, uma bandeira central na luta da classe trabalhadora ao longo da sua história. Desde os mártires de Chicago que, em 1886, caíram abatidos pela polícia durante uma manifestação pelas oito horas diárias de trabalho, e cuja tragédia levou à decisão de se assinalar o primeiro dia de Maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores, às lutas do proletariado agrícola que nos campos do Alentejo conquistaram as mesmas oito horas em pleno fascismo.

Todos ao Primeiro de Maio

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Se vives do teu próprio trabalho, se acreditas que é possível um mundo mais justo, se tens coluna vertebral e a tua dignidade não está à venda, se és capaz de distinguir a justiça da injustiça, se não nasceste milionário mas também não nasceste para ser escravo, se sabes porque é que os ricos estão cada vez mais ricos... este é o teu dia. Vem celebrá-lo. Vemo-nos nas ruas.

Todos à rua!

quinta-feira, 5 de março de 2015

Sábado há manif. E nós vamos, uma vez mais, marcar presença. Não o fazemos meramente porque sim, não se trata realmente de um ritual que cumprimos sem questionar; não respondemos cegamente ao apelo da CGTP como o rebanho obedece ao pastor, fazemo-lo porque acreditamos em algo. E é precisamente nesse acreditar que está a nossa força.