Mostrar mensagens com a etiqueta Alentejo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alentejo. Mostrar todas as mensagens

Não esquecemos!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

«A função social da terra só se cumpre com as mãos de quem a trabalha»*

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Há 40 anos, os trabalhadores agrícolas do Sul do País tomaram a decisão de romper com séculos de opressão baseada na propriedade das terras. Extensas herdades de uma minoria agrária com poder económico e político conviviam com a pobreza e a miséria da maioria do proletariado agrícola. Com Abril, encerraram-se as portas da brutalidade fascista e pôde semear-se nos campos aquilo a que Álvaro Cunhal chamou “a mais bela conquista da Revolução”. À conversa com alguns dos protagonistas da Reforma Agrária, percorremos os caminhos do passado sem perder de vista o presente e o futuro de uma aspiração inscrita na história da luta dos trabalhadores portugueses.

António Gervásio desempenhou como dirigente do PCP e destacada figura da luta agrícola um papel importante. Também Manuel Vicente, então presidente do Sindicato dos Trabalhadores Agrícolas do Distrito de Évora, e Rogério Arraiolos, da Unidade Colectiva de Produção Pedro Soares, de Montemor-o-Novo.

Um povo inteiro que se levanta

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

De coração arrepiado, saudando este imenso povo lutador e a cultura que construíram aos longo de gerações, o Alentejo, e o seu povo, vê agora reconhecido o seu cante, é Património Cultural Imaterial da Humanidade, atribuído pelo Comité Internacional da UNESCO. Apesar de agora, todos reconhecerem este feito, não esqueço que houve quem abandonou este processo de candidatura por este ser apoiado desde a primeira hora pelos comunistas. Há quem olhe para estes processos, pensando sempre e apenas nos seus próprios interesses políticos, mas hoje o povo alentejano vingou-se. Levantou bem alto a sua voz, afirmou a sua cultura e projectou o futuro. (vídeo realizado hoje de manhã na Escola Mário Beirão em Beja)

"Nunca vi um alentejano cantar sozinho com egoísmo de fonte. Quando sente voos na garganta, desce ao caminho da solidão do seu monte, e canta em coro com a família do vizinho. Não me parece pois necessária outra razão - ou desejo de arrancar o sol do chão - para explicar a reforma agrária do Alentejo. É apenas uma certa maneira de cantar." por José Gomes Ferreira

Vídeo "Cante Alentejano" publicado pela Câmara Municipal de Serpa