CDU, a força dos trabalhadores e do povo

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Imaginem alguém que nada contra a corrente. Imaginem-se a correr em terra batida contra alguém que vai num tapete rolante. Imaginem uma equipa que joga sempre fora com um árbitro comprado pelo adversário que leva vários golos de avanço e que tem um altifalante que o elogia durante 90 minutos. Esse altifalante são os jornais, rádios e televisões. É assim qualquer campanha em que participa a CDU. Seja por omissão, desvalorização ou manipulação, os candidatos e os programas desta candidatura estão sempre arredados no último lugar da agenda mediática.

Geralmente, os resultados eleitorais da CDU são construídos a esforço pela sua capacidade colectiva. Pela sua ligação aos trabalhadores e ao povo. É gente que sabe o que é trabalhar, que sabe o que é andar de transportes, que sabe o que é receber miseravelmente, que sabe o que é estar no desemprego, que sabe o que é não ter dinheiro para pagar as propinas, que sabe o que é não ter dinheiro para dar uma vida melhor aos filhos. Mas é também gente que sabe que a nossa miséria enche os bolsos de alguém. Que esse alguém é quem decide quem vai ser o próximo director do Expresso, que esse alguém é quem decide que partido deve o altifalante apoiar, que esse alguém é quem decide que empresa vai ser administrada por aquele ministro ou autarca que lhe adjudicou determinada obra ou que aprovou determinada lei favorável ao seu negócio.

Esse alguém sabe que a CDU é a porta-voz dos que resistem e lutam pela democratização social, económica, política e cultural das nossas cidades, vilas e aldeias. É por isso que domingo é mais uma jornada de luta. Para que possamos construir, como diria o Zeca, cidades sem muros nem ameias, gente igual por dentro, gente igual por fora.

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