Carta aberta - 1% salva mil cornucópias

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Carta aberta - 1% salva mil cornucópias

Desta vez foi anunciado o fim do Teatro da Cornucópia. Naturalmente, não somos indiferentes a esta decisão e notícia, mas também não ficamos surpreendidos. É cada vez mais frequente vermos estruturas e projectos a encerrar ou a prosseguir à custa da descaracterização profunda do seu projecto artístico. Quem seguiu o trajecto de desinvestimento público na criação artística sabia bem que os actos resultariam em empobrecedoras consequências, o encerramento da Cornucópia é uma das mais visíveis.

Entre muitas declarações públicas, ouvimos o Presidente da República, debaixo dos focos da comunicação social, indagar o Ministro da Cultura sobre possíveis soluções para um caso concreto. Preferíamos que o Presidente da República se tivesse indagado publicamente sobre como foi possível, décadas a fio, sucessivos governos desrespeitarem a Constituição e terem activamente contribuído para o definhamento do tecido social da criação artística em Portugal. O esvaziamento contínuo da criação artística conduz a um consequente empobrecimento da sociedade e da sua capacidade de expressão. Contrariar este esvaziamento é garantir-lhe a liberdade a que tem direito.
É preciso manter abertas todas as portas de projectos e estruturas que trabalham por esse país fora e deixar abrir todas as outras que se fecharam ou estão por abrir. Em todo os lugares, em todas as áreas artísticas, os mais diferenciados projectos de criação independente caminham num fino e frágil arame que ao menor deslize se romperá com a garantia certa da irreversibilidade dessa ruptura. São muitos os programas que ficam por cumprir, os espectáculos que têm ficado por fazer, os filmes que não são produzidos, os projectos que não chegam a realizar-se. São muitos os trabalhadores e trabalhadoras que têm ficado sem trabalho, que têm emigrado, que têm desistido de fazer aquilo que sabem fazer. São milhões aqueles que ficam impossibilitados de ver, ouvir, experimentar e sentir de outro modo.

Quando um cada vez maior consenso insiste na necessidade de reforço substancial do financiamento da actividade artística, não o faz por mero capricho. Fá-lo porque sabe que essa é a única forma de garantir que a criação e fruição culturais, tal como o exige a letra da Constituição, são acessíveis a todas as pessoas neste país, independentemente da sua condição social, vivendo nos centros urbanos ou na mais recôndita aldeia, interessadas ou envolvidas nas mais diversas formas de expressão. E é por isso que as estruturas de criação são financiadas: para cumprirem a prestação de um serviço público de qualidade e para que a criação artística seja diversificada e não fique refém da sua mercantilização.

E por mais que haja quem diga que muito há a fazer para lá dos números - e há -, enquanto a questão primordial do financiamento não for resolvida, teremos sempre esse muro imenso a separar-nos da possibilidade de levar a cabo tranquilas e detalhadas análises de fundo que possam lançar as bases para decisões sustentadas e informadas sobre o serviço público de cultura que gostaríamos de ter.

O que nos une não são consensos sobre formas de gestão, muito menos sobre escolhas estéticas. Une-nos sim a complexa mas indispensável garantia da democraticidade e da diversidade cultural e artística. Une-nos a necessidade de manter abertas as portas das estruturas de criação existentes e de criar as condições para o aparecimento de outras portas. Porque são abomináveis os fins prematuros a que temos assistido e a que poderemos continuar a assistir, em que tanta e tanta gente não chega sequer a descobrir o tanto que tinha ainda por dizer.

O apelo que fazemos não é apenas dirigido aos diferentes órgãos de soberania e às entidades públicas que diariamente fazem o Estado funcionar. O apelo que fazemos é dirigido a todas as pessoas que ao lerem esta carta aberta se recusem a aceitar o fim prematuro de tantos projectos artísticos, para que exijam a possibilidade de ver nascer, crescer e consolidar todos os projectos que a arte deste país lhes puder oferecer. Que se recusem a aceitar que a precariedade, os baixos salários, o trabalho não-remunerado e a negação de tantos direitos laborais sejam a forma de sustentar a actividade artística. Que se recusem a aceitar que o país continue a querer desenvolver-se sem respeitar um dos vectores mais decisivos para a sua democratização, a Cultura.

Então, este apelo é simples:

Não há tempo a perder. 1% do Orçamento do Estado salva mil cornucópias. Lutemos por isto. Exijamos este compromisso.

SUBSCREVEM

Alexandra Diogo - actriz
Alexandra Lázaro - psicóloga clínica
Alexandra Lourenço - arquivista
Alexandre Alves - assistente de realização
Alex Cortez - músico
Alfredo Brito - actor e locutor
Alípio Padilha - fotógrafo de cena
Amarílis Felizes - economista
Ana Alves Miguel - funcionária da administração local
Ana Araújo - professora
Ana Brandão - actriz
Ana Caetano - bailarina
Ana Cláudia Serrão - músico
Ana Figueira - directora artística
Ana Filipa Martins - bióloga
Ana Jacobetty - pianista
Ana Lázaro - actriz, dramaturga e encenadora
Ana Nicolau - realizadora
Ana Moura - fadista
Ana Mourato - encenadora e actriz
Ana Paula Santos - professora
Ana Pereira - produtora teatral
Anabela Laranjeira - professora
André Albuquerque - actor
André Levy - biólogo e actor
André Vazão - estudante
Andreia Bento - actriz
Andreia Salavessa - arquitecta
Ângela Cerveira - técnica de cinema
António Amaro das Neves - historiador
António Durães - actor
António Sousa Dias - compositor e professor
Armando Possante - cantor e professor
Áurea Duarte Ferreira - professora

Beatriz Maia - estudante de teatro
Beatriz Peixoto - estudante
Bruno Raposo Ferreira - psicólogo clínico e investigador
Bruno Schiappa - actor e encenador

Camila Reis - ilustradora
Carla Bolito - actriz
Carla Veloso - actriz
Carlos de Andrade - economista
Carlos Borges - actor
Carlos Costa - dramaturgo, encenador e actor
Carlos Seixas - produtor musical
Carlos Vidal - professor universitário e crítico de arte
Carlota Lagido - coreógrafa, figurinista e bartender
Catarina Molder - cantora lírica, gestora cultural, apresentadora
Catarina Moura - cantora
Catarina Mourão - realizadora
Catarina Rôlo Salgueiro - actriz
Cátia Barros - cenógrafa e figurinista
Cátia Pinheiro - encenadora
Célia Machado - produtora executiva
Célia Williams - actriz
Cláudia Cláudio - professora
Cláudia Dias - coreógrafa
Cláudia Lucas Chéu - dramaturga e encenadora
Cláudia Marisa Oliveira - docente
Cláudia Silvano - produtora
Cristina Maria Figueiredo - professora
Cristina Planas Leitão - coreógrafa
Cristina Santos - professora de dança e gestora cultural
Cucha Carvalheiro - actriz
Custódia Gallego - actriz

Daniel Lima - músico
Daniel Moreira - artista plástico
Daniel Sousa - músico e professor
Deolindo Leal Pessoa - médico
Diana Costa e Silva - actriz
Dörte Schneider - assistente de realização

Edna Geovetty - estudante
Eduardo Carvalho Pacheco - produtor
Eduardo Costa - professor reformado e escritor
Eduardo Ribeiro - actor
Eliana Veríssimo - professora e pianista
Elsa Figueiredo - bibliotecária reformada
Elsa Valentim - actriz
Emanuel Arada - actor

Fátima Leal - assistente social
Fátima Rolo Duarte - designer
Fernanda Lapa - actriz e encenadora
Fernando Jorge - actor
Filipa Malva - cénografa e figurinista
Filipa Prates Coelho - produtora
Filipa Vala - bolseira de pós-doutoramento em divulgação e comunicação de ciência
Filipe Melo - músico
Francisco Rebelo - músico

Gil Cabugueira - direcção de produção
Graeme Pulleyn - encenador

Hugo C. Franco - técnico de luz e criador multimédia
Hugo Lemonnier - estudante

Idália Tiago - socióloga
Igor Gandra - director artístico e encenador
Inês Barbedo Maia - produtora de teatro
Inês Lago - actriz e encenadora
Inês Meira - estudante
Inês Gomes - estudante
Inês Gregório - produtora
Íris Reis - assistente de realização
Issac Achega - músico
Isabel Anastácio - reformada
Isabel Casimiro - professora reformada
Isabel Craveiro - actriz e encenadora
Isabel Medina - actriz e encenadora
Isabel Lebre - assistente de realização
Isabel Pereira - secretária
Isilda Sanches - locutora de rádio
Ivo Costa - músico

JP Simões - músico
Joana Almeida - actriz
Joana Brandão - actriz e encenadora
Joana Dourado - bolseira e cantora
Joana Gomes - cenógrafa
Joana Gusmão - produtora
Joana Lourenço Cardoso - directora de arte
Joana Manuel - actriz
Joana von Mayer Trindade - coreógrafa, bailarina e professora
Joana Providência - coréografa
João Barreiros - técnico de luz
João Cabrita - músico
João Castro - actor
João Gesta - programador cultural
João Hasselberg - músico
João de Mello Alvim - encenador
João Monge - autor
João Nuno Martins - produtor
João Paulo Janicas - professor
João Pedro Rodrigues - realizador
João Sotero - escultor
João Sousa - músico
John Havelda - professor universitário
Jonathan de Azevedo - designer de luz
Jorge Cadima - professor universitário
Jorge Ferreira da Costa - assistente de realização
Jorge Louraço Figueira - dramaturgo
Jorge Palinhos - docente
Jorge Silva - actor
José Arruda - antropólogo
José Carlos Faria - cenógrafo
José Carlos Nelas - enfermeiro
José Castela - professor
José Gusmão - economista
José Laginha - bailarino e director artístico
José Leite - actor
José Luís Ferreira - produtor e programador
José Luís Lopes - assistente de realização
José Nunes - encenador
José Peixoto - actor e encenador
José Russo - actor e encenador

Kimi Djabate - músico

Lara Li - cantora
Lígia Roque - actriz e encenadora
Lígia Soares - coreógrafa e actriz
Loubet Simões - técnico de conservação e restauro
Luciana Fina - realizadora
Luísa Ortigoso - actriz
Luís Castro - encenador e investigador
Luís Gaspar - actor
Luís Lopes - músico
Luís Pacheco Cunha - músico
Luís Pedro Madeira - músico
Luís Possolo - poeta

Mafalda Simões - directora de produção e comunicação
Manuel Gusmão - poeta e ensaísta
Manuel Loff - historiador
Manuel Mendonça - actor
Manuel Rocha - músico e professor
Manuela Pires - jurista
Márcia Lima - actriz
Margarida Madeira - animadora e ilustradora
Margarida Pinheiro - professora e cantora
Margarida Rita - produtora teatral
Margarida Sousa - actriz
Marlene Duarte - podologista
Maria Alice Samara - historiadora
Maria Anadon - cantora
Maria Gusmão - técnia superior da admin. pública
Maria Helena Alves - empregada sindical reformada
Maria João Fura - músico e cantora
Maria João Garcia - produtora
Maria João Luís - actriz e encenadora
Maria João Simões - directora técnica e de cena
Maria de Lurdes Nobre - produtora cultural
Maria Manuel Ferreira de Almeida - técnica superior FLUC
Maria do Mar - músico
Maria Sequeira Mendes - professora de teoria do teatro
Mariana Magalhães - actriz
Mário Afonso - bailarino e coreógrafo
Marlene Cavaco - conservadora restauradora
Marta Bernardes - artista plástica e de cena
Marta Carreiras - cenógrafa e figurinista
Marta Manuel - professora e músico
Marta Pinho Alves - professora do ensino superior politécnico
Marta Silva - bailarina
Matamba Joaquim - actor
Miguel Bonneville - artista
Miguel Gonçalves Mendes - realizador
Miguel Moreira - artista
Miguel Oliveira (MOLÉCULA) - rapper
Miguel Pires Ramos - director de programas tv
Mónica Calle - actriz e encenadora
Mónica Garnel - actriz
Mónica Talina - actriz e produtora cultural

Nádia Monteiro - assessora de imprensa
Nélson Duarte (Sr. Alfaiate/DJ Nelassassin) - dj hip hop
Nuno Almeida - assistente administrativo da CML
Nuno Góis - actor
Nuno Grácio - músico
Nuno Machado - actor
Nuno Pinto Custódio - encenador
Nuno Vieira de Almeida - músico

Octávio Gameiro - professor, autor e tradutor
Ofélia Libório - educadora de infância
Olga Roriz - coreógrafa
Orlando Santos - músico

Patrícia Calais Garcia - técnica superior da Seg.Social
Patrícia Santos Pedrosa - arquitecta e investigadora
Paolo Marinou-Blanco - realizador e argumentista
Paula Almeida Silva - assistente de produção
Paulo Capelo Cardoso - artista plástico e cenógrafo
Paulo Montez - produtor
Paulo Moura Lopes - actor
Paulo Raposo - antropólogo e docente universitário
Pedro Barbosa - produtor
Pedro Estorninho - encenador
Pedro Gil - actor
Pedro Jordão - arquitecto
Pedro Lamas - actor e professor de teatro
Pedro Madaleno - músico
Pedro Madeira - assistente de realização
Pedro Penilo - artista plástico
Pedro Pernas - actor
Pedro Pestana - músico
Pedro Pousada - artistas plástico e professor universitário
Pedro Rodrigues - produtor teatral
Pedro Sabino - argumentista
Pedro Sousa Loureiro - actor, encenador e artista plástico
Pedro Vieira - guionista

Rafaela Lacerda - bióloga e encenadora
Raquel Bulha - locutora de rádio e tv
Raquel Castro - actriz
Raquel Castro - investigadora
Renata Sancho - realizadora
Renato Azul - músico e videógrafo
Ricardo Alves - encenador
Ricardo Correia - encenador
Ricardo Neves-Neves - encenador e actor
Ricardo Pinto - músico
Ricardo Vaz Trindade - actor
Rita Cruz - actriz
Rita Maia - dj
Rita Namorado - pianista e professora
Rita Natálio - performer, escritora e investigadora
Rita Santos - produtora
Rita Saraiva Grade - bailarina
Rita Simões - professora
Rita Veloso - professora
Rodrigo Malvar - actor e artista sonoro
Rogério Nuno Costa - artista
Romeu Costa - actor e encenador
Romeu Runa - bailarino
Rui Alves - músico
Rui Ferreira - criativo
Rui Francisco - arquitecto e cenógrafo
Rui Galveias - músico e artista plástico
Rui Guerra - músico
Rui Júnior - músico
Rui Monteiro - desenhador de luz
Rui Pité (RIOT) - músico
Rui Valente - director técnico

Sandra Cristina Rodrigues - bancária
Sara Barbosa - encenadora e actriz
Sara Carinhas - actriz e encenadora
Sara Gonçalves - actriz e encenadora
Sara Trindade - assistente social
Sara Vaz - bailarina e actriz
Saúl Falcão - professor e músico
Sebastião Faro - publicitário
Sérgio Alves - designer
Sérgio Dias Branco - professor universitário
Sérgio Godinho - músico e escritor
Sérgio Machado Letria - gestor cultural
Sílvia Filipe - actriz
Sónia Arantes - produtora
Sofia Oliveira - directora de produção
Sofia de Portugal - actriz
Sofia Reis - produtora executiva
Susana Bilou Russo - antropóloga
Susana Fonseca - decoração
Susana Moody - músico
Susana de Sousa Dias - realizadora

Tadeu Faustino - actor
Tânia Alves - actriz
Tânia Guerreiro - actriz
Tânia Guerreiro - gestora cultural
Teresa Almeida - administrativa
Teresa Carvalho - artista plástica
Teresa Coutinho - actriz
Teresa Faria - actriz e encenadora
Teresa Lopes - professora
Teresa Miguel - directora de produção
Teresa Sobral - actriz
Thomas Walgrave - director artístico
Tiago Baptista - conservador de cinema
Tiago de Lemos Peixoto - dramaturgo
Tiago Mota Saraiva - arquitecto
Tiago Santos - músico
Tiago Silva - montador de som
Tomás Pimentel - músico
Tó Trips - músico

Vanda Cerejo - actriz
Vânia Couto - cantora, coordenadora de projectos e professora
Vânia Rovisco - coreógrafa e performer
Vasco Araújo - artista plástico
Vasco Nogueira - médico
Vasco Paiva - engenheiro florestal
Vasco Peres - maquinista de cena
Vasco Pimentel - director de som
Vera Marques - produtora
Vera Moura - estudante
Vera Silva - perchista
Vicente Alves do Ó - realizador
Vítor d'Andrade - actor
Vítor da Glória Silva - bancário reformado
Victor Pinto Ângelo - assistente de produção

Zézé Gamboa - realizador
Zillah Branco - socióloga

1 comentário:

  1. Como eu lamento, mais uma grande perda, para a CULTURA, que se realiza em Portugal, sem apoios,por parte do Estado, pois enquanto a "POBRE" CULTURA, é assim tratada em Portugal, estamos num muito mau caminho, pois quando um País não cuida,como devem ser tratados, o ENSINO E A CULTURA, é um País condenado ao fracasso, porque quanto a mim, um Estado, que queira encarar de frente, e com determinação, uma verdadeira POLÍTICA, QUE VISE O DESENVOLVIMENTO SOCIAL, E QUE PERSPECTIVE QUE O FUTURO, É UM FUTURO, COM PERSPECTIVAS DE PROGRESSO, E COM CIDADÃOS, CULTOS E INSTRUÍDOS, ENTÃO TEM NECESSARIAMENTE, DE INVESTIR FORTEMENTE, NESTAS DUAS ÁREAS, NUMA PERSPECTIVA, DE FORMAÇÃO INTEGRAL DO HOMEM, COMO PRECONIZAVA, O GRANDE DEMOCRATA, E PROFESSOR, QUE FOI BENTO DE JESUS CARAÇA. Portanto quanto a mim, um governo que se preze de ser um governo, que tenha como desiderato, deve considerar, que o que for canalizado, em termos orçamentais, não são custos, mas sim INVESTIMENTOS.Só quando se duma forma decisiva, se transfira, do orçamento 1% do PIB, é que o Estado, estará a cumprir o desígnio CONSTITUCIONAL, QUE DETERMINA, QUE É UMA DAS RESPONSABILIDADES DE QUALQUER GOVERNO, CANALIZAR VERBAS, PARA A CULTURA, DE FORMA, QUE CUMPRA O PRINCIPIO DE QUE TODOS OS CIDADÃOS TÊM O DIREITO PLENO, À CRIAÇÃO E FRUIÇÃO CULTURAL. E quanto à ESCOLA, ELA DEVE SER GERAL, UNIVERSAL, GRATUITA, DEMOCRÁTICA, DE QUALIDADE E INCLUSIVA. Penso que só com os Portugueses, com uma grande componente CULTURAL, E EDUCATIVA, É QUE O POVO, TERÁ UM SENTIDO CRÍTICO, E MAIS CAPAZ PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS, QUE DURANTE AS SUAS VIDAS, TERÃO QUE ENFRENTAR, E ASSIM TERÃO MELHORES FERRAMENTAS, AO SEU DISPOR, PARA RESPONDER A ESSES MESMOS DESAFIOS. PORTANTO, TEMOS QUE NESTA QUESTÃO ENTENDER, QUE ISTO, NÃO DEVE SER ENCARADO, COMO UMA DÁDIVA, MAS SIM COMO UM PLENO DIREITO, PARA CADA UM. VIVA A CULTURA, E A EDUCAÇÃO, COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS DO POVO. A LUTA CONTINUA.!

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