Poema Constituinte

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Assinalando o 40º aniversário da Constituição da República Portuguesa, hoje publicamos a leitura de um poema escrito por E. M. de Melo e Castro, em 1979, por ocasião do 3.º aniversário da Constituição da República Portuguesa.

A Constituição defende-se e estabelece-se todos os dias.

5 comentários:

  1. A cONSTITUIÇÃO é da burguesa, é do inimigo de classe, e será queimada no fogo da revolução socialista!

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    1. Refere-se a qualquer constituição, à constituição Portuguesa que resultou do 25 de Abril, ou à actual fruto de revisões? Não crê que apesar das revisões, apesar dos consensos que foi necessário fazer em 75/76 a CRP é um documento avançado?

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    2. É claro que não me refiro a todas as constituições. Há em todas as constituições, como em todos os Estados, uma natureza de classe: em termos qualitativos, ou são o poder da burguesia, ou do proletariado. A CRP de 76 é o produto da vitória contra-revolucionária que a burguesia conquistou no ano anterior. A constituição é deles, o estado é deles, não é nosso.

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  2. https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1917/jul/26.htm

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  3. anónimo, uma prendinha para ti se adivinhares quem escreveu:
    ""It would be a fundamental mistake to suppose that the struggle for democracy can divert the proletariat from the socialist revolution, or obscure or overshadow it, etc. On the contrary, just as socialism cannot be victorious unless it introduces complete democracy., so the proletariat will be unable to prepare for victory over the bourgeoisie unless it wages a many-sided, consistent and revolutionary struggle for democracy."

    ah, espera, não posso dar-te nada porque nem assinas a tua própria opinião.

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