O Presidente de Todos os Telespectadores

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Na era das redes sociais, nunca subestimem o poder das televisões.

É a lição da noite de ontem.

10 comentários:

  1. E como 5 candidatos pobres se embrulharam numa campanha, deixando vários eleitores fartos e sem vontade de votar.
    No meio de tantos candidatos, Edgar passou despercebido.
    Os abstencionistas ficaram em casa, alguns zangados com o baixo nível de uma campanha que pôs «Tino de Rans» a rir e a dançar com as meninas «pimba», ao ponto que os «bloggers» dos «l'obéisance est morte» disseram coisas como:

    «Tino de Rans é autêntico, não ensaia ao espelho, não falsifica e não alimenta nenhuma espécie de cagança académica.» (Estranho... então e os meninos que escrevem as páginas de «l'obéssaince est morte» não têm cursos académicos?)

    «Tino de Rans é de todos os candidatos o único capaz de seduzir o eleitorado situacionista e ridiculista, muitos furos acima de Sampaio da Nóvoa que tem o apoio dos timoneiros da multitude do cognitariado e de três ex-presidentes da República.» (fantástica a observação... quem terá escrito esta atrocidade literária?)

    «Tino de Rans é pela igualdade, interpretou a mais corajosa acção de campanha alertando para as dificuldades da vida dos que emigram dos sem abrigo, com quem chegou a passar a noite em jeito de denúncia. Tino de Rans responde “hein?” às palavras eruditas dos jornalistas do regime que o chamam de “Oh Vitorino” e obriga-os a reformular as questões que ele, como o povo, não entende. (... bocejo... bocejo...)

    «Tino de Rans não faz “intrigada” e a ela responde com “bonequinhos”. Tino de Rans não tem nem apoios escondidos de estruturas partidárias nem deixa que o tratem como produto. Tino de Rans ganhou o debate com todos os candidatos e deixou claro que há nove candidatos que falam do povo ao passo que ele é um candidato do povo.»

    E foi com estas literatura que os dignos idiotas disfarçaram o voto e lá se meteram a votar num candidato sem nível e sem perfil presidencial.

    E depois querem que os levemos a sério...

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  2. O Edgar é muito fraco, tão fraco como Sampaio ou Marcelo a diferença é que não uma máquina por trás.
    Durante a campanha Edgar foi dizendo um conjunto de trivialidades e pareceu sempre mais preocupado em que Marcelo não vencesse, do que ser ele a vencer.
    Além do mais o PCP vendeu-se, apoiou um dos partidos do arco da corrupção. E eu mesmo nunca sendo apoiante do PCP, sempre tive respeito pelo partido. Deixei de o ter...oficialmente o PCP é um partido que não quer mudança, que não quer acabar com o capitalismo, apenas não quer a direita a governar, de resto é indiferente.Quando é que o PS foi um partido de esquerda?
    Comunismo e capitalismo são cancro que apenas geram corrupção e poluição. O Comunismo já toda a gente percebeu que falhou, só falta perceberem o mesmo do capitalismo.

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    1. Que comentário mais estúpido. Quem o escreveu, é pessoa para «marrar contra as paredes».
      Portanto, só pode ser mentira quando escreve «E eu mesmo nunca sendo apoiante do PCP, sempre tive respeito pelo partido.»

      Ou seja, estúpido e mentiroso.

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    2. Sim tinha respeito pelo partido. Pois era o único partido que dizia sem medo que era contra a permanência de Portugal na UE e no Euro.
      Mas é ao mesmo tempo aquele partido que defende o regresso do serviço militar obrigatório. Igualmente nacionalizações que sempre me pareceu absurdo, e ainda mais centralizar poderes para o estado, o que no futuro gera corrupção.
      Eu não sou a favor de nacionalizações em massa. Especialmente de bancos ou empresas de seguros. Esse tipo de empresas nem sequer devia existir.
      Agora que o PCP decidiu apoiar uma pessoa tão medíocre como António Costa, lamento, mas o PCP agora faz parte do problema e não da solução.
      Se não consegues compreender isso Anónimo, então é porque tu sim és o estúpido.

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    3. Não, enganas-te e continuas a ser ignorante, em relação ao acordo que o PCP fez com António Costa. Na verdade, esse acordo já ajudou muitos portugueses a reaverem parte dos salários roubados durante o governo dos teus amigos Paulo Portas e Passos Coelho.

      Infelizmente, não percebeste isso, porque os anti-comunistas, como tu, Mário Quintas, têm duas palas nos olhos e só aquilo que querem ver. São assim, como aquilo que tu dizes sempre dos comunistas.

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    4. Sr. Mário Quintas diz: «Agora que o PCP decidiu apoiar uma pessoa tão medíocre como António Costa, lamento, mas o PCP agora faz parte do problema e não da solução.»

      Teve acesso aos acordos entre o PCP e o PS, com vista à nomeação de um novo governo?

      Alexandre Cabral

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    5. «Agora que o PCP decidiu apoiar uma pessoa tão medíocre como António Costa, lamento, mas o PCP agora faz parte do problema e não da solução.» de Mário Quintas

      Eis algumas medidas conseguidas, com o apoio do PCP neste governo:

      -Travar a concessão para privados dos transportes públicos terrestres.

      -Alterar o regime de protecção de invalidez.

      -Revogar medidas lesivas da dignidade dos professores.

      -Adoptar medidas de sucesso da aprendizagem escolar.

      -Repor os complementos de reforma dos trabalhadores do sector empresarial do estado.

      -Proteger a morada das famílias decorrentes de penhoras por execuções fiscais.

      -Eliminar o corte de feriados retirados.

      Com base nestes exemplos (infelizmente, para o Sr. Mário Quintas), o PCP faz parte da solução e não do problema deixado pelo anterior executivo PSD/CDS-PP.

      Não conhecer estas situações, onde o PCP contribuiu para a sua melhoria, é uma constatação grave de profunda ignorância. Atacar o PCP por querer melhorar estas e outras situações, só pode ser por pura e simples estupidez.

      JN

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    6. Por não responder às perguntas e verdades, Mário Quintas acaba por revelar mais uma característica dos anti-comunistas: a cobardia. Anti-comunistas primários, como Mário Quintas, são essencialmente ignorantes e cobardes.

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  3. O Tino de Rans é a menor das preocupações. A maior ameaça à democracia e aos valores de Abril é a direita e sua ofensiva ideológica, visto neste caso com a eleição do Marcelo levado ao colo pela comunicação social dominante, sobretudo num quadro de crise e exploração das políticas da direita sobre os trabalhadores e o povo.
    No entanto a luta não acaba aqui, muito pelo contrário! Sigamos firmes em frente, não há espaço para vacilar!

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    1. Muito bem! Primeiro há que ordenar a cabeça e ter atenção à disciplina e o amor à causa.
      Tenho quase a impressão que se não fosse pelo dinheiro, muitos não estariam lá a aturar os eleitores.
      Ao contrário desses todos, nós abraçamos a causa e temos em atenção a disciplina, os princípios e os valores humanos.
      O dinheiro não constitui um problema, dado que ele serve para ajudar o partido e tentar outras formas de luta.
      Venham agora as eleições autárquicas. Estamos preparados para o combate! Um abraço.

      JN

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