A dívida não é nossa...

segunda-feira, 2 de março de 2015


5 comentários:

  1. Na esteira das farsas, um farsante em dó menor.

    A luta contra as histriónicas que como se sabe deixou marcas profundas a argala, converteram-no a ele próprio em histriónico

    Requiescat in pace (por enquanto)

    De

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  2. Sejam 'os momentos álgidos da luta ' sejam os momentos escaldanres da luta, a mensagem é uma só.
    Nenhum povo caminha para o comunismo pelo seu pé. Só pela luta de uma minoria e pela ditadura que se lhe segue é que o comunismo se estabelece.
    E o processo seguinte é o que sempre leva um povo submetido à violência de uma ditadura a libertar-se dela, fazendo-a implodir se outros meios não estuverem disponíveis.

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    1. Ora bem.

      Confirma-se o esforço esforçado de jose para tentar apagar a pulhice do presidente do conselho

      O "desgraçado" do passos , como escrevia há dias e há dias o repetia pelos blogs por onde martelava...em tom de caritativa missa em processo a lembrar outras solidariedades do sujeito

      Agora num exercício em fuga desordenada , a atirar para o lado, indo ao encontro de.

      Sorry JgMenos/ Jose mas o tema é mesmo este que faz um BUMMMM no discurso ideológico do referido sujeito:

      A dívida não é nossa!

      De

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  3. Ingratos!
    Andou o socialista 44 a alcatroar o país para criar emprego a caboverdianos e ucranianos num esforço internacionalista que também pôs uns dinheiros na Suiça, recusando a austeridade da nossa pobreza congénita e cultivada, parasitando o capital internacional e agora a dívida não é nossa?
    O verdadeiro revolucionário diz: É nossa, por isso não pagamos!

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    1. O incómodo patente e desesperado de jose, misturado com a sua proverbial xenofobia ( ele, um assumido colonialista saudoso da pide que o protegia) junta-se ao paleio verbalista de outros

      Tal qual argala, tenta dar lições de rebolucionário.

      Com os resultados aqui expressos

      Sorry joses deste muundo:
      A dívida não é nossa !

      De

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