O massacre português da sanguinária política capitalista. Mais de 5 milhões de mortos às mãos de PS, PSD e CDS.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Goebbels e Hearst utilizaram uma fórmula absurda para calcular os mortos provocados pela fome imposta pelo sanguinário regime estalinista ao povo da Ucrânia. A Ucrânia, após a derrota do socialismo, entregue de novo às mãos dos herdeiros de Hitler, Goebbels e Hearst, vem a contemplar essa manipulação como facto histórico. Apesar de não existirem quaisquer indícios de terem sido sepultados ou sequer pulverizados os milhões de mortos atribuídos a uma fome prolongada imposta por opção e castigo vindo da União Soviética.

Na altura, chegaram os propagandistas de Hitler, com recurso a falsificações de fotografias e à manipulação dos factos verificados na Ucrânia, a dizer que a União Soviética havia massacrado 12 milhões de Ucranianos. Mais tarde, tamanha era a estupidez dos primeiros números inventados, diminuíram para qualquer coisa como 7 milhões, para parecer mais realista.


Como chegaram a esse número? Simples, pelo total da população registada no país. Ou seja, verificaram que, apesar do crescimento populacional verificado ao longo da década de 1930 há de facto uma quebra populacional e no ritmo de crescimento entre 1930 e 1940. A taxa de natalidade, força das más colheitas, da pobreza, da guerra, foi afectada profundamente, como praticamente em toda a Europa, mais tarde durante os anos da segunda Grande Guerra. O número foi pois conseguido numa base simples:
Hearst e os falsificadores a mando do regime americano e do regime nazi pegaram no total de habitantes na Ucrânia em 1930, aplicaram a esse número uma taxa de crescimento anual fixa e calcularam quantos ucranianos deveriam existir 4 anos mais tarde. Ora, a esse número faltava qualquer coisa como 7 milhões.

Tal foi a cientificidade do que ainda hoje é dado como adquirido, fazendo da propaganda nazi História da Humanidade.

Aplicarei, agora, precisamente o mesmo método. Vejamos o resultado.
Apesar de o crescimento demográfico no plano mundial se aproximar de uma função exponencial, utilizarei uma aproximação ao crescimento linear, o que faz com que o cálculo falhe por largo defeito e não por excesso:

Fruto da revolução portuguesa, a 25 de Abril de 1974, a população portuguesa iniciou um crescimento notável. De um crescimento negativo de 4% na última década de fascismo, passa para um crescimento positivo de 15% na década seguinte. Ora, isto significa que a população portuguesa cresceu 1.300.000 entre 1970 e 1980. Aplicando esse ritmo de crescimento às décadas seguintes, temos que a população portuguesa em 2014 deveria ser aproximadamente de 15 873 000 pessoas. Ora, de acordo com as estimativas, a população portuguesa não ultrapassa hoje os 10 400 000 cidadãos.

Assim se chega ao assombroso número de 5 milhões 473 mil portugueses assassinados pela política de direita que nasceu com os Governos constitucionais em 1976, vindo a intensificar esses efeitos na década de 1980, 1990 e 2010. Os governos de direita são os responsáveis pela morte de mais de cinco milhões de portugueses num longo estertor de dor, fome, pobreza e desemprego. 

Esta acusação é, evidentemente, disparatada e desadequada. No entanto, são aqueles que jamais aceitariam este cálculo grosseiro para os acusar de genocidas, os primeiros a acusar o socialismo por um número de mortes calculado de igual forma.

8 comentários:

  1. E a pílula mais a camisinha não diferenciam as épocas, nem estragam as contasnem, nem tornam absurda a comparação?

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  2. oh senhor josé, falta aí o telemóvel, a TV a cores, o aborto, o casamento homossexual,
    e a pesca à taínha à noite tambem tem crescido muito.
    Se fizer as contas como deve ser descobre-se que o governo só matou quatro milhões

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  3. Brilhante!

    Percebe-se o despeito do José.
    Duma penada desmistificada uma manha neoliberal fascistóide.

    E tem que recorrer à pílula.Ignora que a camisinha não diferencia as épocas.Se não fosse praticante beato do coitus interruptus, José já o devia saber há muito.

    De

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  4. Oh vil tristeza!
    O brilho da mediocridade me apaga a alma!

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  5. Este jose é idiota, não é ?

    Ahahahahah

    A.Silva

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  6. Que os preservativos, pílulas, abortos, casamentos gays, etc, têm os seus efeitos é verdade. No entanto, senhor José, não nos esqueçamos que se Portugal tivesse lideres dignos que promovessem condições para a educação e criação das novas gerações, talvez não existissem tantos abortos e relações sem frutos. Não nos esqueçamos também do efeito da crescente emigração.

    Ass. Inês Cambé D.

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  7. Estes documentos desmascaram a propaganda burguesa acerca do "hediondo holodomor" dos anos trinta, “32/33” .

    http://rationalrevolution.net/special/library/tottlefraud.pdf


    http://www.hist-socialismo.com/docs/Holodomor_LacroixRiz.pdf


    Há um outro pormenor muito importante relacionado com a falácia da alegada quebra demográfico na Ucrânia que não podemos permitir que persista.

    Os construtores do alegado massacre (holodomor) a determinado ponto começaram a basear os calculos fantasiosos do numero de mortos por a falta de mão de obra que se começou a sentir nos campos. Portanto se não está cá é porque foi morto ou morreu de fome.


    Não dizem é que com a industrilização acelarada do país, começou a haver uma fuga maciça de pessoas dos campos para as zonas industriais. Um fenomeno comum a todo o mundo.


    Além desta, inventaram outra trafulhice "cientifica" para calcular a população da Ucrânia, portanto se a população até 1926 "ultimo censo" cresceu a um ritmo de 2,36 % ao ano, em 1939 devia de ser tanto. Logo perdeu 7,5 milhões.

    Mesmo partindo do principio que a taxa da natalidade recupera-se para os niveis anteriores às guerras a partir de 1921. A nova geração nascida durante esse periodo não tinha idade de procriar até 1939 quando foi feito o censo.

    Depois omitem que as fronteiras da Ucrânia em 1939 não eram as mesmas que em 1926.

    Toda região do Kuban habitada por Cossacos mais de três milhões de habitantes (de Rostov- na- Don até Krasnodar) passou para a Rússia no principio da década de 30. Obrigatoriamente deixaram de fazer parte da população Ucraniana.

    Nós comunistas temos o dever de conhecer estes factos.

    Com estes elementos na nossa mão as mentiras da burguesia nossa eterna inimiga de classe desfazem-se como castelos de areia molhada em dias de sol.



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  8. “Jose disse...
    E a pílula mais a camisinha não diferenciam as épocas, nem estragam as contasnem, nem tornam absurda a comparação?”

    E porque não guarda as pilulas e as camisinhas para a sua irmã, faz as contas com ela ao final do dia e a comparação dos ganhos em relação à noite anterior?

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